8 polêmicas mais estranhas da história da Nintendo
Fonte: Canaltech — 2026-09-28
A Nintendo já foi o centro de algumas das maiores polêmicas da indústria dos jogos, mas também apresentou algumas excentricidades um tanto curiosas. Afinal de contas, 137 anos de história não são 137 dias e as suas diferentes fases trouxeram histórias estranhas demais para serem esquecidas pelos fãs.
De ações judiciais um tanto “únicas” a decisões que desafiavam a própria realidade, a Big N, para o bem e para o mal, nunca se conteve em suas convicções. Obviamente, isso rendeu eventos caóticos e que se tornaram o centro do debate entre muitos jogadores ao longo de muito tempo.
Se você acredita que disputar espaço com GTA 6 e seguir um caminho completamente distinto do visto com a Sony Interactive Entertainment e Microsoft soa esquisito, é melhor se preparar, pois isso é apenas “um dia comum” nas operações da companhia japonesa.
Veja as 8 polêmicas mais estranhas da história da Nintendo , assim como o que a motivou a agir de uma forma tão bizarra.
8. Jogos e motel
Durante os anos 1960, a Nintendo passava um sufoco na produção de cartas de baralho. Para escapar da falência, a companhia decidiu diversificar os negócios e investiu na abertura de um “love hotel” (um motel, em termos mais claros) em Kyoto.
Se isso abala a imagem puritana que você tem dela, saiba que foi uma operação breve e a Big N compreendeu que não era o caminho correto. Na mesma época, eles também administraram uma frota de táxis e venderam arroz instantâneo.
7. Donkey Kong nos tribunais
A Universal Studios sentiu que a Nintendo promovia Donkey Kong como uma paródia de King Kong e decidiu levar a fabricante até a Justiça no início dos anos 1980. Para comprovar que não era apenas uma cópia, contrataram o advogado John Kirby e torceram pelo melhor.
Por ironia do destino, o jurista descobriu que alguns anos antes o estúdio argumentou nos tribunais que o gorilão estava em domínio público — o que permitia a eles refazer os longas. Ao usar o mesmo argumento, eles venceram a ação judicial e como agradecimento batizaram um de seus personagens de Kirby para homenageá-lo.
6. Suor em Mortal Kombat
No ápice da guerra entre Nintendo e SEGA, a Big N decidiu trazer Mortal Kombat (1993) para a sua plataforma. Contudo, o sangue iria contra toda a imagem que ela gostaria de transmitir à sociedade e tomou a estranha decisão de mudar a cor dele para cinza — com a justificativa de que era apenas suor.
A sua rival não poupou esforços para liberar o sangue via código, o que elevou sua moral como “descolada” e abalou as estruturas da concorrente. O resultado disso é que MK vendeu muito mais no Mega Drive e a companhia sofreu do mesmo jeito com a criação da classificação indicativa nos games .
5. Luvas para Mario Party
Os minigames de Mario Party (1999) podiam ser bem intensos . Muitos jogadores, em sessões “frenéticas” sofreram com bolhas, queimaduras por fricção e, em certos casos, chegou a causar danos reais nos nervos das mãos de crianças, para se ter ideia. O analógico do Nintendo 64 sofria, mas o público tinha problemas maiores.
Um procurador de Nova York decidiu lutar contra isso e obrigou a companhia japonesa a encarar os tribunais. O resultado disso foi um acordo no qual teve de gastar US$ 80 milhões para produzir luvas e disponibilizá-las para qualquer um que solicitasse o item para jogar.
4. Nintendo destrói TVs?
No auge do Nintendo Wii, a fabricante teve um baita problema nas mãos. Na verdade, na TV: quando o público jogava Wii Sports, a alça do controle se rompia e o periférico voava em direção às telas . Centenas de pessoas passaram por problemas deste tipo, o que gerou uma grande polêmica.
Com a destruição de diversos televisores, ações judiciais começaram a acusar a companhia de “descaso” e a obrigaram a encarar o tribunal mais uma vez. Isso rendeu um recall massivo de Wii Remote, com o reenvio com alças reforçadas e capas de silicone para inibir os danos.
3. PETA vs. Big N
Após o lançamento de Super Mario 3D Land (2011), a organização de direitos dos…
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